Há estranhezas com sentido desconhecido. Entre cada naúsea, por entre o ânimo e o desânimo, vasculhamo-las. Clarividentes ou nem tanto. Convencidos, na maior parte das vezes. Sentimo-nos timoneiros. A isso, chamamos individualidade. Também lhe chamamos Ego. Na verdade, também lhe podemos chamar merda.
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