Nesse dia, determinado a chegar a uma conclusão com as angústias que lhe preenchiam as noites, sentou-se em frente à janela. O olhar fixou-se no prédio em frente. As mãos estavam sobre os joelhos num gesto de abandono já seu conhecido. Ali se deixou ficar.
Quando o escuro da noite lhe entrou pela janela e já dormente da inércia, ouviu a sua voz de dentro dizer: “insana esta tua forma de viver (ou de ser)”. Suspirou e levantou-se.
O que fez, ainda não bastou. Os seus dias ainda continuariam a ser… the same old shit! Mas…
a.
