Acordado, olhava o tecto. Conhecia-lhe as rugosidades e as manchas. Evitava cuidadosamente nelas fixar os olhos. Não que não fosse capaz, mas porque viver ao de leve, era mais fácil. Parecia, pelo menos.
Nessas noites, a solução era, por vezes, pôr o ego a tripar.
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