Nem sempre, como naquele dia, olhando para cima, se via um céu quase estupidamente vermelho, em tons de azul escuro.
Isso não impediu que, ele, olhando em frente, de mínimos acessos, avançasse para trás. Para trás e olhando para o lado, onde via desfilar o medo todo lambuzado.
Ele sabia que debaixo da chuva, era preciso ir, dentro do escuro era preciso ver e, do outro lado, do lado lambuzado, era preciso voltar.
A alternativa era rir dos ai’s. Dos dele e dos dela.
a.
