Tendo adormecido com um coração de mata-borrão, acordou impregnado. Olhou-se e percebeu que transbordava. Não quis saber. Saiu de casa ao mesmo tempo que fechava o zip do casaco.
Deixou-se ir andando. Apressado, foi-se escondendo por detrás do vento. Do vento ou de outras irrelevâncias, que não sendo pertinentes, eram persistentes.
Porra, disse baixinho!
a.
