Acordou e deixou-se ficar. Havia um tecto branco para olhar. À força de nele fixar o olhar, conseguiu ver umas coisas que nos riscam a vida de todos os dias, que fogem de nós e nos aproximam, que nos ignoram e se vão. Coisas que, de ambos os lados, trazem e levam.
Está-se, não estando. Há quem lhes chame comboios.
a.
