Por onde ia, não era um depósito de coisas. Talvez, nem mesmo uma berma de coisa nenhuma. Mas, mesmo assim, ia. O seu corpo magro confundia-se com a paisagem cheia de urbanidades enquanto a luz crua e fria da manhã lhe fazia piscar os olhos.
Alguns passos desengonçados depois, estancou e, vi-os, ali ao esticar da mão. Não pode deixar de sorrir enquanto somava na sua cabeça as parcelas da soma que lhe assomava certos dias.
Surpresa, reparou que oos cacos da razão, suspensos, não eram de ninguém.
Assim sendo, deixou-se cair também.
a.
