Caído do céu, um postal, amarelado, escrito com uma caligrafia, que devia ter doído ao ser escrita. Ficou ali a olhá-lo. Por que ordem devia ler as palavras, todas elas desalinhadas, à sua frente?
o que estás tu aí a fazer. podes não fazer nada. sentado na extrema. um dia contas-me. mas ao menos pacifica-te. como se faz. aí onde mais te dói. para se ser parvo sozinho. contas.
Talvez amanhã soubesse. Hoje não.
a.
