Já há uns dias que ela andava a prospectar os dias que aí vinham mas, nem assim, conseguiu saltar-lhes por cima. Havia demasiada desordem de pedaços entre eles. Os pedaços, esses não pareciam importar-se.
Assim sendo, precisava de ir lá, de ir ver. Foi.
Precisamente nesse dia, precisava. E por isso foi.
Entrou naquele armazém cheio de sons onde nada se ouvia por entre o muito que ecoava no ar. O outro lado do aparentemente vazio, parecia tão evidentemente assim, que até se podia pensar que sim. Isso ou o seu contrário, ela não sabia.
Talvez fosse essa incongruência que quase matava.
a.
