Um olho aberto outro não

Sem qualquer líquido vital em circulação dentro de si, teve que abrir um olho. O outro, não, para que a noção de profundidade  ficasse, propositadamente, adulterada e, assim, lhe desse a ilusão de que ainda podia cair mais.

Era uma estratégia, que às vezes utilizava, ao serviço do engano e, que lhe permitia continuar a sentir que ainda estava viva.

De pouco ou nada servia mas, sempre se lembrava de coisas e de músicas que cantam a 6ªfeira.

a.

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