Não foram as flores e o aperto que sentia - desde há tanto tempo que, mesmo ao longe, o conhecia por dentro – seria a única coisa a encher-lhe os dias e as noites. E isso, ele não queria.
Em Agosto, que como é sabido, não é lugar para se viver.
O bando de aves já se tinha ido. Com o medo entrelaçado nos neurónios, dentro de um espaço onde a trama se apertava cada vez mais, ele ia-se deixando ficar.
Por via disso e, sem que nada o indiciasse, sorria.
Do outro lado do fio, esvoaçava uma letra. A última do dia.
Sei saber como, as suas mãos crispavam-se e, as pernas, que continuavam imóveis, doíam-lhe.