Ela ia andando enquanto pisava as folhas. Mas, estranhamente nem os passos, nem o andar faziam barulho. Só o sangue na cabeça se ouvia. E a linguagem que falava, era tão de um outro mundo, que só a mistura sobressaía. A mistura, essa, era una, sem que se desse conta do que a compunha. Era una e audível, mas não entendível.
Ela, em cada um dos lados onde devia estar, não estava.
Só ali se encontrava.
Ali, onde a luz na água era tão estranhamente desinquietante.